Diga adeus ao efeito papada

Tratamentos com bioestimulador de colágeno e preenchimentos acabam com o queixo duplo na hora da videochamada

A quarentena não só transformou a rotina como também tem feito muita gente literalmente se enxergar de outras formas. As videochamadas e videoconferências em tempos de isolamento social tem deixado homens e mulheres preocupados com o que veem na tela.

Quem já se pegou observando cada detalhe do rosto na câmera do celular? Desde quando aquela ruga apareceu? E a papada, como surgiu?

Segundo o cirurgião plástico doutor Pedro Lozano, nesta pandemia houve um aumento considerável na procura por aplicações de toxina botulínica e preenchimentos para amenizar os efeitos da selfie. “Com a realidade das videconferências diárias as pessoas olham mais para baixo durante as ligações e acabam ficando mais incomodadas com o excesso de gordura submentoniana, conhecida também como queixo duplo ou papada. O mesmo acontece com as rugas e marcas de expressão que ficam ainda mais evidentes no vídeo”, afirma o membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Jovem, mulher, mão, queixo, pose Foto gratuita

Para quem acha que o excesso de tempo no celular com a cabeça inclinada acelera o processo de envelhecimento da região do pescoço, o cirurgião faz um alerta. “Não existe nenhuma comprovação de que a pele fica mais flácida ou com mais facilidade no aparecimento de rugas devido ao uso excessivo do celular ou tablet”, diz.

A região do pescoço geralmente é uma área que fica comprometida pela atrofia e falta de sustentação.

A gordura submentoniana pode ter causa genética ou estar relacionada ao excesso de peso, flacidez e até fazer parte da estrutura facial de cada pessoa. “Outros fatores também acabam contribuindo para a flacidez e envelhecimento dessa região, como, por exemplo, o tipo de pele e o excesso de sol ao longo dos anos”, complementa Lozano.

Para quem deseja dar fim ao efeito papada ou rugas na região do pescoço as opções de tratamentos não invasivos que podem ser realizados mesmo durante a quarentena incluem a aplicação de botox, ácido hialurônico, lifiting facial, fios de sustentação e também os bioestimuladores de colágeno, que caíram no gosto das celebridades por serem minimamente invasivos com efeitos visíveis desde a primeira sessão. “Conhecido como pelos nomes comerciais como o Radiesse e o Sculptra, sua principal função é estimular a produção do colágeno pelo organismo combatendo a flacidez da pele, melhorando sua espessura e tonicidade”, complementa.

O número de sessões para alcançar o melhor resultado varia de paciente para paciente, mas o estímulo do colágeno se mantém por até 18 meses após a aplicação.

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