Atividade Física: Dicas para a prática de esportes durante o inverno

A chegada do inverno e a baixa temperatura pode diminuir a vontade de praticar e outras atividades que ajudam a melhorar a saúde.

Ainda assim, é necessário encontrar maneiras de realizar essas atividades no dia a dia, mesmo com o frio.

O fisioterapeuta especializado em postura e osteopatia Fábio Akiyama explica que não há contra indicação da prática de esportes durante esse período, na verdade é exatamente o contrário.

“A atividade física é essencial em qualquer estação do ano para manter o corpo ativo e saudável.

A única diferença é que com a temperatura mais baixa é importante fazer algum tipo de aquecimento, ou alongamento, que permita que o sistema muscular e metabólico receba esse exercício e evite ocasionar qualquer lesão”, explica.

Com a maior parte das academias fechadas por conta da pandemia, fazer exercícios em casa é a melhor maneira de se movimentar e manter a saúde em dia, além de uma boa alimentação.

Para o aquecimento, basta subir ou descer alguns lances de escada, que é algo de fácil acesso.

É possível fazer as atividades com objetos comuns, como cadeiras de apoio e garrafas como pesos.

Atividade física

“Um profissional pode ajudar a entender como realizar esses movimentos sem causar dores. Além disso, muitos canais estão disponibilizando aulas dos mais diversos esportes gratuitamente na internet”, reforça o fisioterapeuta.

As estações mais frias do ano não devem impedir que as pessoas pratiquem .

É essencial lembrar que o sedentarismo causa uma série de problemas, como adaptações posturais que podem gerar encurtamentos e dores crônicas.

Um fator que costuma ser mencionado é sobre a faixa etária para cada tipo de exercício, mas Akiyama ressalta que idade não é um fator limitador.

“Cada um tem necessidades específicas e isso deve ser levado em consideração acima de tudo.

Tanto jovens quanto idosos podem realizar as mesmas atividades, mas com intensidades diferentes caso necessário”, finaliza.

Fábio Akiyama: Atua na área da saúde desde 2009. É fisioterapeuta e trabalha com a microfisioterapia, terapia que estimula a autocura através do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular.

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